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Projeto Piloto da Ronda Maria da Penha inicia atividades em Estância

Ações ocorrerão em Estância, contando com uma capitã da PM para coordenar as atividades da Ronda

08/03/2019 19h12Atualizado há 2 meses
Por: Redacao
Fonte: SSP/SE
SSP/SE
SSP/SE

Em evento realizado na manhã deste 8 de março, Dia Internacional da Mulher, foi lançado em Sergipe o projeto piloto da Ronda Maria da Penha, que tem como objetivo somar esforços entre diversos órgãos no combate à violência contra a mulher. O lançamento aconteceu no Fórum Ministro Heitor de Souza, município de Estância, onde estarão concentradas as atividades do projeto piloto.

No âmbito das ações voltadas para a Segurança Pública, o acompanhamento às vítimas será realizado pela Polícia Militar, que contará com efetivo de 10 policiais militares em sistema de revezamento para atendimento diário às demandas.

"Nosso objetivo é prestar apoio e orientação às famílias nas ocorrências envolvendo mulheres vítimas de violência. Além disso, buscaremos mecanismos para prevenir e reprimir atos de violações de dignidade do gênero feminino no enfrentamento à violência doméstica e familiar. Acompanharemos de forma aproximada casos onde haja a necessidade de cumprimento de medidas protetivas a favor da mulher", destacou a capitã Fabíola Góes, comandante da Ronda Maria da Penha em Estância.

Para o coronel Marcony Cabral, comandante-geral da Polícia Militar do Estado de Sergipe,  o trabalho será experimental mas com a ideia de expansão para outros municípios. "Estamos iniciando as atividades em Estância, mas a nossa ideia é ampliar para outros Batalhões da Polícia Militar. É o momento inicial de um planejamento que foi iniciado há mais de um ano, desde o preparo das viaturas até do grupo de policiais militares que estarão à frente da Ronda Maria da Penha", explicou.

Para o juiz de direito que atua na Vara Criminal da Comarca de Estância, Antônio Henrique de Almeida Santos, o trabalho da Ronda será fundamental no cuidado e proteção das mulheres vítimas de violência no referido município. "O trabalho da ronda será voltado para mulheres que têm medidas protetivas a seu favor, ou seja, fazer com que as medidas sejam cumpridas e cuidar da proteção dessas mulheres, de evitar reincidências. É um trabalho que as Polícias Militares já têm realizado em outros estados com muito sucesso, por isso acredito na possibilidade de redução dos índices de violência doméstica no município", finalizou o magistrado.

 

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