Quinta, 21 de março de 2019
Sergipe

10/01/2019 às 19h48 - atualizada em 10/01/2019 às 20h45

Redacao

Estância / SE

Praias de Sergipe continuam próprias para banho
Na última terça-feira (08), após identificação de manchas de óleo nas areias da praia de Atalaia e Aruana, técnicos da Adema recolheram amostras na área para a análise do material. Nesta quarta-feira (09), os técnicos do órgão voltaram ao local para monitorar o incidente
Praias de Sergipe continuam próprias para banho
Foto: ASN

Análises da Administração Estadual do Meio Ambiente - Adema, realizadas nesta semana, atestam que as praias de Aracaju, Barra dos Coqueiros, Itaporanga d’Ajuda e Estância continuam próprias para banho. De acordo com o diretor-presidente do órgão, Gilvan Dias dos Santos, os exames de balneabilidade são realizados semanalmente em Aracaju e quinzenalmente nas praias do interior do estado. 


O relatório das análises laboratoriais informa que todos os trechos analisados na costa de Sergipe estão próprios para banho. Na capital sergipana, foram avaliadas amostras da praia de Atalaia Velha - em frente aos Arcos da Orla; Praia do Banho Doce - em frente ao Chafariz; Praia do Refúgio - em frente ao Condomínio Lago Paranoá; Praia do Bonanza - em frente ao Hotel Parque dos Coqueiros; Praia do Hawaizinho - em frente à Praça de Eventos da Orla; Praia de Aruana - em frente ao Loteamento Aruana; Praia do Robalo - em frente ao Clube do Banco do Brasil (AABB); Praia dos Artistas – na Coroa do Meio, em frente ao Novo Farol; Praia dos Náufragos - em frente ao Condomínio Residencial Brisa. 

Na Barra dos Coqueiros, foram analisadas amostras da Praia de Atalaia Nova - em frente ao Farol da Barra; Praia da Costa - em frente aos Bares e Praia de Atalaia Nova, trecho do Rio Sergipe (próximo ao antigo terminal hidroviário). Já no Litoral Sul, as praias da Caueira, Abaís, das Dunas e do Saco, em Estância e Itaporanga, passaram pela análise.


Manchas


Na última terça-feira (08), após identificação de manchas de óleo nas areias da praia de Atalaia e Aruana, técnicos da Adema recolheram amostras na área para a análise do material. Nesta quarta-feira (09), os técnicos do órgão voltaram ao local para monitorar o incidente. Na realização do trabalho, a equipe contou com o uso de um drone com capacidade para identificar a extensão precisa do possível dano.


A engenheira de Petróleo e técnica da Adema, Juliana Barreto, informou que, no entanto, não foram detectados resíduos, nem novas manchas de óleo na extensão da praia nesta manhã. “Ontem, a gente esteve aqui, por volta das 11h, fazendo o acompanhamento junto à Petrobras e sua equipe de limpeza, que já tinha feito todo o recolhimento da suspeita borra de petróleo. Estamos aguardando a análise da Petrobras para o detalhamento do ocorrido. Hoje, viemos fazer uma vistoria para identificar resquícios do material, mas não identificamos mais nada. Pelo procedimento, a Petrobras fará essa análise para identificar a origem do material e nós acompanharemos esse processo, mas, até então, eles não identificaram qualquer irregularidade nas suas operações”. 


Drone


Segundo o técnico Ubirajara Xavier, a utilização do drone facilitará o trabalho do órgão. “A tecnologia ajuda na rastreabilidade das áreas que podem vir a ser atingidas em algum evento. Ou seja, a gente consegue rastrear, mapear e demarcar os locais onde existe a possibilidade de haver alguma ocorrência, algum problema”. 


O equipamento foi adquirido no fim do ano passado e está na fase de testes pela equipe da Adema, que passa por treinamento para o uso adequado da ferramenta. “Uma parte da nossa equipe, 12 pessoas, vem trabalhando com o pessoal da Texangen, que está fazendo o treinamento. Hoje, inicialmente, a gente veio fazer os primeiros testes com os alunos do curso, fazendo aulas práticas de execução de voo para a melhor aplicação da ferramenta e, em cima disso, que a gente vai começar a trabalhar mais precisamente. Como por exemplo, em áreas que a gente tenta fazer avaliação e não consegue acesso em virtude do local se encontrar fechado, como também, em locais grandes, nos quais só por foto não se consegue ter a real dimensão da área. Porém, a partir do sobrevoo e da possibilidade de mapeamento desses locais, a gente consegue ter uma precisão maior da área atingida e do dano que venha a ser criado eventualmente. Usaremos essa tecnologia em todas as operações possível da Adema”, completou Ubirajara.

FONTE: ASN

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