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Defesa Civil Estadual vistoria quadras poliesportivas em escolas de Estância

A ação foi em parceria com a Defesa Civil de Estância e teve o objetivo de verificar a estabilidade das coberturas metálicas de quadras poliesportivas que estão com obras paralisadas

08/06/2019 12h21
Por: Redacao
Fonte: ASN
Allana Molina
Allana Molina

A equipe da Defesa Civil Estadual foi ao município de Estância nesta sexta-feira (07), para realizar vistoria técnica em estruturas localizadas em duas escolas municipais. A ação foi em parceria com a Defesa Civil de Estância e teve o objetivo de verificar a estabilidade das coberturas metálicas de quadras poliesportivas que estão com obras paralisadas. As fiscalizações foram solicitadas pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), vinculado ao Ministério da Educação, e aconteceram na Escola Municipal Maria Isabel Carvalho Nabuco D’ávila e na Escola Municipal Zarria Gabriel Jasmim.

Durante operação, foi percebido que as coberturas metálicas das quadras foram executadas de forma divergente ao projeto original do FNDE, então o órgão solicitou averiguação da estabilidade das estruturas. “Convocamos a Defesa Civil Estadual por ter um corpo técnico altamente capacitado para dar um laudo com maior sustentabilidade. A construtora executou o projeto diferente do original. Então, a fiscalização do Ministério da Educação visitou as obras e questionou sobre a possibilidade de a alteração vir a ocasionar danos ou tombamentos da estrutura”, explicou Sérgio Nunes, engenheiro civil e técnico da Defesa Civil de Estância.

Após a vistoria, a Defesa Civil Estadual emitirá um relatório técnico que será encaminhado para a Prefeitura de Estância. “As duas quadras têm as mesmas características e problemas, exatamente em função de terem sofrido alterações do projeto original. As coberturas metálicas das duas quadras apresentam ligeiras instabilidades, mas se forem introduzidos reforços em suas estruturas, podem ser aproveitadas. O que vamos propor no relatório final é criar contraventamentos rígidos entre os arcos para que a estrutura seja reaproveitada e não sofra riscos de tombamento”, disse o engenheiro da Defesa Civil Estadual, José Roberto de Oliveira.

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